1 de janeiro de 2013

Creme de coentros do Chefe António Nobre, um Feliz Ano Novo e Julie & Julia


Olá Mary & Mom e um Feliz Ano Novo para todos os nossos queridos leitores.

 A nossa passagem de ano este ano foi bem caseira e pequenina, mas nem por isso menos divertida.
 Houve comidas e bebidas, entradas, doces, espumante (sim, espumante, e já vos vou dizendo que o champanhe não deixou saudades), houve música (DJ caseiro) e ainda tivemos direito a sessão de cinema para entrar bem no novo ano.

 Vimos um filme que, se calhar, já muitos de vocês conhecem, mas que para nós foi completa novidade e uma agradável surpresa. Ora uma tia nossa, muito cinéfila, sabendo desta nossa nova ocupação de "blogueiras" andava já há tempos a sugerir-nos que víssemos o "Julie & Julia". Um filme, justamente, sobre uma rapariga que decide criar um blogue sobre culinária, a partir de um famoso livro de cozinha francesa da autora Julia Child. Não sei se por causa desta minha nova condição de cozinheira-de-portas-abertas-para-a-internet, mas achei o máximo! Recomendo vivamente.

 Voltando à culinária: a nossa entrada este ano foi feita pelo nosso pai que, baseando-se no livro Entre coentros e poejos - uma viagem pela cozinha de António Nobre, fez um belíssimo creme de coentros. É a receita que aqui vos deixo para começar o ano novo em beleza. As fotografias da confecção são minhas (sim, também já experimentei fazê-lo em casa), mas a do prato final é do meu pai. Ficou excelente!
Precisam de:
  • 1 cebola 
  • 4 dentes de alho
  • 1 alho-francês (ou dois, se não forem muito grandes)
  • 1 Kg de batatas ( eu usei mistura de batata, batata doce e courgette, porque não tinha batatas suficientes)
  • 1 molho de coentros
  • 1 dL de azeite
  • sal q.b.
  • água quente q.b.

Preparação:

Coloquei o azeite no fundo de uma panela, juntamente com a cebola, o alho e o alho francês,  tudo picadinho.




Levei o tacho tapado ao lume (médio), tapado e deixei estufar.


Levei o tacho tapado ao lume (médio), tapado e deixei estufar.


Estando estufado, mas sem deixar queimar, adicionei as batatas em cubos (e a courgette), a água e temperei com sal.










Ficou a cozer em lume médio/brando.
Pouco antes de as batatas estarem completamente cozidas adicionei os coentros picados.
Estando as batatas bem cozidas apaguei o lume e passei tudo com a varinha mágica.
Devo dizer que neste ponto me dei por satisfeita e tomei a minha sopa por feita e pronta.

O meu pai, que levou a receita a rigor, ainda coou a sopa por um passador fino e tornou-a ao lume, até ferver, rectificando os temperos.
Posso adiantar-vos que a sopa do meu pai ficou muito melhor que a minha, pelo que, vale a pena seguir a receita à risca.

 Bon appétit ;)
Sophia

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