17 de novembro de 2012

Creme suave de alho-francês com juliana de couve


Hello Mary & Mom,

como sabem, cá em casa há sempre sopa.

 Conforme a estação, conforme vem o cabaz À mão de semear, conforme o que há na despensa e ao sabor da imaginação, assim saem as sopas.

 Quando elas me saem excelentes faço sempre gosto em registar a receita e partilhá-la convosco e como esta foi do agrado de todos, aqui fica:
  • 2 alhos-franceses
  • 6 ou 7 cenouras médias
  • 2 batatas
  • 1 batata doce
  • um molho de coentros
  • 250 mL de caldo de feijão manteiga
  • 150 mL de azeite bom 
  • sal q.b.
  • 1 couve pequena
Colocam-se na panela de pressão os alhos-franceses, as cenouras, as batatas e os coentros, tudo devidamente lavado, descascado e arranjado. Coloca-se o caldo de feijão e adiciona-se água até cobrir os legumes.

Fecha-se a panela de pressão e deixa-se cozer durante 10 minutos (conta a partir do momento em que a panela começa a assobiar).

Entretanto corta-se a couve em juliana fina e dá-se uma cozedura prévia numa panela à parte.

Quando tiverem passado os 10 minutos da cozedura na panela de pressão apaga-se o lume, tira-se a pressão da panela (tirando o pipo ou esperando que arrefeça) e destapa-se.
 Adiciona-se então o azeite e o sal e reduz-se tudo a puré com a varinha mágica.

 Apaga-se o lume das couves, escorrem-se e acrescentam-se ao creme de alho-francês.

Vai novamente ao lume na panela destapada para cozer as couves mais um pouco.

Bom apetite.
Bjs Sophia

3 comentários:

  1. Maria Helena Figueiredo24 novembro, 2012 10:43

    Viva!
    Descobri agora (acordei cedissimo hoje) o seu blog e ao ler a última receita da página inicial – sopa de alho francês – vi que faz a mesma utilização da panela de pressão que eu fazia até há alguns anos atrás e que tinha aprendido com a minha mãe.
    Apeteceu-me introduziu um comentário, mas como não consegui, decidi mandar-lhe este email.
    É que o segredo da panela de pressão em matéria de poupança vem precisamente da forma como a utilizamos.
    Ou seja, potenciar o poder de cocção mesmo com o lume apagado. Se deixarmos baixar naturalmente a pressão vai ver que ao abrir a panela os caldos ainda estão a ferver.
    Para cozer os legumes frescos garanto-lhe que é suficiente deixar levantar a pressão e quando apitar, desliga o lume. Deixa a panela baixar a pressão por si própria e quando não tiver pressão os legumes estão cozidos. Cá em casa cozemos até as batatas inteiras assim e ficam óptimas, muito melhor que na tradicional panela destapada.
    No caso da sua receita, teria poupado 10 minutos de gás ou electricidade, o que em tempos de aperto faz a sua diferença.
    E finalmente: Parabéns pelo blog. Está muito bem apresentado e documenta bem as receitas. Vou ficar a segui-lo.
    Até à próxima
    Maria Helena Figueiredo

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  2. Cara Helena,
    antes de mais muito obrigada pela sua visita e pelo seu e-mail tão simpático.
    Ficámos muito contentes pela sua intervenção tão interessante quanto pertinente. Pode ter a certeza que vamos experimentar.
    Já agora, como faz no caso da cozedura de feijão, que é habitualmente tão mais demorada?
    Muito obrigada,
    Sophia.

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  3. Maria Helena Figueiredo26 novembro, 2012 13:33

    Viva Sophia
    Como disse no meu email anterior, aqui venho eu de volta ao tema “cozer feijão”.
    O especialista em cozedura do dito feijão, deu-me informações complementares.
    Temos cá em casa 2 panelas de pressão. Uma velhinha Silampos de trinta e muitos anos, já não muito eficiente, na qual o feijão demora derca de 8 a 10 minutos a cozer. Outra que compramos o ano passado, com 2 níveis de pressão, e na qual o feijão coze em 5 a 6 minutos na pressão mais forte.

    Em qualquer doa casos, logo que a pressão máxima é atingida (apito ou o “pirolito” a rodar) baixa-se o lume para o mínimo, mantem-se a fervura assim. Posto o tempo que acima referi, apaga-se e deixa-se baixar naturalmente a pressão.
    Claro que tudo depende também da qualidade do feijão.

    O grão leva mais ou menos o mesmo tempo.

    Espero que o resultado seja bom

    Um abraço.
    MHelena

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